O que não é SEO?

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Search engine optimization, posicionamento en buscadores ou otimização de sites/de mecanismos de busca. Em inglês, espanhol, português e ainda em outras línguas que você queira acrescentar, os termos são muitos e as nuances de cada idioma revelam faces do que se pensa ser SEO e quais são os seus respectivos objetivos.

Se fôssemos definir a um leigo no assunto o que é SEO, poderíamos dizer que basicamente é reescrever um site que possa ser lido por buscadores e criar uma relevância na Web para ele. Tornar o site encontrável no Google e em outros buscadores. Em outras palavras, SEO seria gerar tráfego gratuito e qualificado para um site, sempre pensando em objetivos (seja ler um artigo, comentá-lo ou realizar uma compra na loja virtual).

Que ótimo! Definimos o que é SEO de uma maneira mais ou menos objetiva!

Mas voltemos ao parágrafo anterior e nos atentemos ao termo “relevância na web”.Oras, os mecanismos de busca querem trazer ao seu usuário o melhor
resultado, o mais relevante. Mas que diabos seria um site relevante? Como será que o robô do Google analisará as variáveis do jogo?

Benchmark é SEO?

Recentemente, a Iris Ferrera, minha vizinha aqui no iMasters, publicou um instigante artigo sobre Benchmark.
Reduzindo mal e porcamente seus argumentos (mea culpa), Benchmark é encontrar as melhores práticas de mercado e usá-las o que pode ser na arquitetura da informação, design, conteúdo, marcas etc.

Mas deixemos um momento
palavra com a Iris:

Conceituando, benchmark é uma metodologia de nivelamento de performance já muito usada em diversos segmentos de organizações reais que consiste no estudo de melhores resultados dentro do nicho de mercado, permitindo, assim, um reconhecimento dos pontos fortes, padrões, comportamento e
processos.

Em seu artigo, ela mencionou o Google, de passagem, o que me levou a direcionar minha reflexão sobre tópicos que fazem parte do dia-a-dia do meu trabalho como SEO e como a cada semana está tudo mais amplo.

O robô do Google é 2.0?

Não é pouco dizer que se uma empresa não está em redes sociais ela está realmente atrasada. Isso todo mundo sabe.

O Google, mais do que outros search engines, considera absolutamente tudo sobre um website. Ou tenta fazê-lo, o que de certa forma é limitado pelos custos operacionais. Mas o Google está integrado (ou em vias de) às principais redes sociais, pelo menos nos Estados Unidos. Se você pesquisa uma pessoa no Google e esse resultado for do Facebook, nas próprias SERPs você terá algumas informações básicas (não está completamente implementado ainda).

Agora, coloque-se no lugar do robô do Google: em um pequeno nicho, há dois sites brigando pela primeira posição de determinada palavra-chave. Aparentemente, ambos os sites são bons, legíveis, têm boa taxa de aceitação, CTR nas SERP equivalente, etc. A única diferença é que um deles é citada no Twitter e faz parte do microblog, além de outras redes sociais.

Você acha que uma delas ganha ou não ganha um pontinho que pode fazer toda a diferença? Quanto não valerá esse pontinho, afinal de contas? E com o avanço das mídias sociais deixará ou não de ser um pontinho?

Elementar. Mas o que não é SEO, meu caro Watson?

Poderíamos estender o argumento e chegar à conclusão de que não é SEO apenas o que não traz relevância a um site.

Hoje, entretanto, isso ainda não é uma verdade absoluta sobre SEO, mas a tendência óbvia é de que o Google se esforce em concentrar o máximo de informações sobre tudo na web, e preferencialmente em seus próprios resultados (veja os rich snippets, para citar um exemplo da evolução).

Tenho, por exemplo, o case de uma empresa que ganhou melhores posições simplesmente lançando uma versão mobile para seu site.

Não é toda a comunidade SEO que aceitaria esse meu argumento, pediria provas etc. Pois bem, se aceitamos o termo web 2.0, é inevitável pensar em SEO 2.0 ou então o Google parou no tempo. Portanto, algo que aparentemente não tem nada a ver com a posição daquela palavra-chave pode influenciar mais do que pensamos.

Um código-fonte bem escrito, uso das famosas tags como ‘title’,'h1′, etc. ainda são e sempre serão fundamentais num trabalho de SEO, é claro que são, mas diante dessas mudanças todas, redes sociais, empresas usando cada vez e de formas mais diversas a Internet, fica sempre a pergunta: o que não é SEO?

Fonte: Imasters

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