6 tendências de e-commerce para PMEs em 2012

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Já tem estratégia para finalizar seu web site no ano que vem ou no próximo? Mas antes considere as dicas da especialista.

Comércios varejistas online estão preparando seus websites para sexta-feira negra e segunda-feira cyber para garantir a onda de compras das férias.

A CEO Diane Buzzeo, da Ability Commerce, vê o comércio móvel ser chutado em alta velocidade rumo ao próximo ano. “Em 2012, se você não tiver mobilidade ficará para trás”, declarou Diane. “Esta questão não se refere apenas em continuar crescendo, mas em permanecer nos negócios”.

Isso significa mais do que simplesmente otimizar o seu site para iOS, Android, e outros dispositivos. A mobilidade não é apenas a única frente que PMEs devem atacar em particular. Comércio Social, HTML5, e envolvimento popular nas classificações dos usuários e revisões devem estar no topo da lista. Leia a seguir as dicas de Diane sobre o que PMEs precisam pensar sobre suas lojas online em 2012.

1. Considere preços para vendas coletivas:

Quando se trata de negócios sociais, Diane pensa que mais e mais lojas estão transformando seus consumidores em força de venda, oferecendo descontos – ou, como gostam de chamar, ‘preço para vendas coletivas’, – similares aos da vida social e outros sites de acordos diários, onde a intenção é atrair compradores por meio do livre acordo de conseguir mais três amigos para comprar a mesma oferta. O conceito não é novo – é essencialmente um desconto em grupo com base na nova proposta da era do Facebook. Mas, segundo Diane, esse conceito será ultrapassado em 2012. Por exemplo: você oferece um produto com um preço determinado, mas as vendas apenas são concluídas caso alcance um número X de vendas. O interessante é que essa estratégia pode trazer ganhos colaterais para os departamentos de vendas e marketing, na forma de endereços de e-mails e outros dados. “Nós acreditamos que esta é uma boa forma de monetizar mídias sociais”, explicou Diane.

2. Todos querem HTML5:

Assim como muitos outros, Diane e companhia estão em HTML5, especialmente agora que Adobe admitiu superioridade de desenvolvimento e matou o Flash móvel. Diane, em particular, está interessada em HTML5 para fazer vídeos para lojas online. “Muitas pessoas estão fazendo seus vídeos em Flash, mas você não pode vê-los em Ipads”, explicou. “Neste caso você não precisa tomar a decisão de usar: VHS ou Beta”? “Em HTML5 você pode colocar tudo o que é do seu interesse junto”.

3. Aposte no comércio em vídeo:

Diane pensa que a possibilidade de compra a partir de um produto ou vídeo será maior em 2012. Ela citou um exemplo do mercado de moda: se um cliente estiver assistindo um vídeo de alguém desfilando uma roupa os clientes podem clicar em cima da blusa e arrastá-la para o carrinho de compras. Mas também vão oferecer a chance de comprar outros produtos como, chapéus, luvas, botas e outros itens disponíveis no vídeo.

4. Procure e irá encontrar – ou estaremos quebrados:

“Os dias de navegação estão no fim”, revelou Diane. Isso é crítico para PMEs e suas vendas online por meio de múltiplos canais e dispositivos. “Seu site, seu Ipad (experiência) e smartphone (interface) devem pesquisar muito bem para trazer pessoas para o lugar certo. Além de estar disponível para checar facilmente aquilo que importa independente de qual tipo de dispositivo você tenha”.

5. Não esqueça os suspeitos de costume:

Usar sistema de classificação de opinião online sobre produtos e serviços não será tendência em 2012, mas Diane disse que está mais popular do que nunca, graças ao alcance das mídias sociais e dispositivos móveis em torno dos consumidores. Isso é mais importante do que nunca – tenha certeza que suas classificações e pesquisas já estejam habilitadas para os dispositivos móveis.

6. Evite aplicativos:

Isso é sério: HTML5. Além do reinado do vídeo, HTML5 provê as PMEs – e outros desenvolvedores – à oportunidade de construir uma simples plataforma sem se preocupar com aplicações nativas como myriad nos dispositivos e sistemas operacionais. Caso você não tenha, Diane recomenda abandonar o paradigma do aplicativo – ao menos, no sistema e-commerce – até o próximo ano.

“Existem muitas razões para ter aplicações móveis. A loja online não é uma delas”, disse Diane. “Tudo está em torno de disponibilizar a sua loja na web em um smartphone e a necessidade de ser um pouco mais dinâmico do que o laptop”.

Fonte: Informationweek

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