Sua marca é útil?

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Atualmente, a gente convive com a possibilidade infinita de escolher o que e como queremos consumir entre produtos e serviços

Percebe-se que o universo que nos ronda se torna mais complexo a cada dia, principalmente pelo motivo de haver inúmeros estímulos no qual somos, enquanto consumidores, expostos diariamente.

A complexidade se dá também pelo nosso perfil mais criterioso. Atualmente, a gente convive com a possibilidade infinita de escolher o que e como queremos consumir entre produtos e serviços. Infinitas marcas no PDV, infinitas mensagens publicitárias, infinitos formatos de publicidade e infinitas condições de preços. É um gigantesco leque de opções que, no final das contas, favorece bastante nós, consumidores.

Por conta dessa complexidade, as marcas que oferecem algo além da simples comunicação – aquela publicidade tradicional que apenas busca atrair a atenção para criar uma predisposição de compra – estão conseguindo melhores resultados.

Esse algo além pode ser muita coisa. Pode ser uma experiência, como também um serviço. Mas, seja qual for esse algo, ele deve vir acompanhado de alguma utilidade. Por que?

Vejamos o caso ilustrado pela imagem.

Nele, em que a publicidade não só informa como também se coloca como útil para seu público, a marca de bebidas funcionais Vitamin Water (águas vitaminadas) deu a chance para as pessoas carregarem a bateria de seus dispositivos móveis e outros eletrônicos pessoais em peças de mídia exterior e OOH.

Além da experiência, podemos ver que existe uma grande coerência entre a marca, seu conceito e o serviço prestado. Ou seja, não adianta ser só diferente se o que a sua marca está oferecendo não consegue criar uma boa associação na cabeça do consumidor.

Esta entrega, muito mais baseada em uma atitude do que em uma mera filosofia, gera diferentes tipos de percepção sobre a marca. Percepções que constroem uma relação duradoura entre a marca e consumidor. E, no universo da complexidade, eficazes são esses estímulos que contenham relações reais, envolvimentos emocionais.

Marcas não podem oferecer aquilo que elas querem, mas o que os consumidores precisam.

Fonte: Proxxima

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